E depois há aqueles dias..
... em que decidimos arriscar. Fazemos aquilo que há muito tínhamos vontade de fazer, mas para o qual faltava sempre a coragem. Hoje foi um desses dias.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Romain Duris e Kelly Reilly ( filme - Les Poupées Russes)
Uma das coisas boas destes últimos tempos é que eu tenho sido mais eu, sem floreados, sem ser sim, porque fica bem, sem ser não, porque o meu orgulho assim manda.
Pela primeira vez na vida, consegui acabar com as máscaras que por vezes usava para não demonstrar o que eu sentia pelos outros, para não revelar sinal de fraqueza, para não haver ali qualquer possível "dependência". Porque eu sou eu e jamais iria andar a "reboque" de um homem, isso é para as fracas. Demorei muito a aprender que não ganhava nada em ser assim - orgulhosa - muito pelo contrário. Demorei muito a conseguir demonstrar os meus sentimentos pelos outros de forma aberta e desinteressada. Mas consegui.
Nestes últimos tempos, aprendi a dizer tudo aquilo que eu sinto, sem medos. E, apesar de já me ter sentido por duas ou três vezes uma garota perdida, a verdade é que tudo isto tem sido muito bom.
meu caro estranho,
nossa estranheza nos levou à cama
e seguimos nos desconhecendo
não perguntei de onde vieram tuas cicatrizes
e não me perguntaste se eu já havia usado o cabelo mais curto
simplesmente nos beijamos e dispensamos todos os porquês
fui uma mulher qualquer e fostes mais um homem
e se esse descompromisso não merece ser chamado de amor
ainda assim não carece ser desfeito e esquecido
meu caro estranho,
mesmo nos amores não há nada muito além disso
nossa estranheza nos levou à cama
e seguimos nos desconhecendo
não perguntei de onde vieram tuas cicatrizes
e não me perguntaste se eu já havia usado o cabelo mais curto
simplesmente nos beijamos e dispensamos todos os porquês
fui uma mulher qualquer e fostes mais um homem
e se esse descompromisso não merece ser chamado de amor
ainda assim não carece ser desfeito e esquecido
meu caro estranho,
mesmo nos amores não há nada muito além disso
domingo, 11 de abril de 2010
O que é que é isso Diva?!
Nicole Kidman e Keith Urban
Ele até pode ser uma jóia de moço.
Eu acredito que seja.
Não é isso que está em causa.
Pode fazer a Nicolzita muito, muito feliz (mesmo parecendo o seu porta-chaves).
Mas aquelas madeixas...
O que leva um homem a fazer madeixas?
Alguém me explica.
Pior só mesmo os implantes capilares do Jonh Travolta

Que Brad Pit que nada...
O Javier, sim, mexe (e muito) com as meus hormonios.
Adoro aquelas feições grosseiras e aquela masculinidade exagerada.
Nham...nham...nham...
Nicole Kidman e Keith Urban
Ele até pode ser uma jóia de moço.
Eu acredito que seja.
Não é isso que está em causa.
Pode fazer a Nicolzita muito, muito feliz (mesmo parecendo o seu porta-chaves).
Mas aquelas madeixas...
O que leva um homem a fazer madeixas?
Alguém me explica.
Pior só mesmo os implantes capilares do Jonh Travolta

Que Brad Pit que nada...
O Javier, sim, mexe (e muito) com as meus hormonios.
Adoro aquelas feições grosseiras e aquela masculinidade exagerada.
Nham...nham...nham...
domingo, 4 de abril de 2010
"Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais... Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo?
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascinante.
Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra."
Trecho da crônica "Doidas e Santas"
(Martha Medeiros)
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